Mentes que visitam

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Férias: 10 dicas para uma viagem sem sustos.

Férias. Se você ainda não fez a sua programação, sabia que ainda dá tempo de reservar o destino sem, necessariamente, pagar preços altos?
Para vivenciar uma viagem inesquecível, sem sustos e imprevistos, Andréa Nakane, coordenadora do curso de Turismo da Anhembi Morumbi, integrante da rede internacional de universidades Laureate, preparou uma lista com 10 dicas úteis para ajudar o viajante.
“Uma viagem de sucesso se resume em uma palavra: planejamento. Ainda é possível organizar as férias sem aborrecimentos, economizando dinheiro e aproveitando o melhor dos dias de folga com muita tranquilidade”, resume Andréa.

Confira 10 dicas para uma viagem sem sustos:
Reservas – A renda do brasileiro encontra-se delicada ultimamente, mas, a procura por viagens no período de férias ainda existe, principalmente no Brasil. Portanto é preciso “correr” para encontrar passagens de avião ou ônibus e reservar hotéis nessa época. Uma opção é tentar negociar, quando possível, o pagamento à vista e garantir um desconto diretamente na agência de turismo.
Escolha do roteiro – Depois de decidir o destino, é fundamental pesquisar na internet os hotéis e atrações da região e seus respectivos preços. É interessante também se informar com quem já utilizou os serviços. Isso será decisivo na escolha do lugar ideal.
Finanças – É preciso ter em mente que além do hotel, as passagens de ida e volta, alimentação e lembrancinhas precisam estar no orçamento. Assim como também é prudente contratar um seguro de viagens para ocorrências imprevistas, como atendimento médico, odontológico, assalto, entre outras. Deixar as contas que vencerão no período da viagem em débito automático para evitar atrasos e preocupações é outra dica que pode evitar surpresas desagradáveis no retorno das férias.
Foto: shutterstock
Foto: shutterstock
Viagem para o exterior – Quem vai para fora do País deve verificar a validade dos passaportes, vistos e autorização para crianças. Também é fundamental pesquisar em mais de uma casa de câmbio as taxas. Verifique também se é preciso tomar alguma vacina, como a de febre amarela.
Pet – Nem todo hotel ou pousada aceita animais de estimação. Por isso, é muito importante reservar hotéis especializados ou contar com amigos ou parentes para cuidarem dos bichinhos na sua ausência. Afinal, eles também fazem parte da família.
Organização das malas – Dependendo da sua necessidade, decida-se sobre mala de rodinhas, de mão ou apenas uma mochila. Faça uma lista para não esquecer nada, nem levar itens a mais, que só vão ocupar espaço. Não esqueça: na mala de mão carregue passaporte, documentos, cartões de crédito, dinheiro, seguro de vida e de saúde, além de itens de higiene e uma muda de roupa, para o caso de a bagagem extraviar.
Clima – Confira como estará o clima na cidade a ser visitada nos dias de passeio. Porém, não deixe de levar roupas para calor ou frio. Evite imprevistos e gastos extras com vestuário.
Segurança da casa – No período de férias aumenta a incidência de assaltos a residências, por isso antes de viajar informe sobre sua ausência a um vizinho e procure manter contato com ele durante a viagem. Peça ainda que alguém recolha sua correspondência e não deixe que as luzes fiquem acesas durante o dia.
 Guia personalizado
Alimentação e transporte – Para todos os roteiros (nacionais e internacionais), o transporte e a alimentação são os itens que mais pesam nas despesas com viagens das famílias brasileiras, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A participação média das duas variáveis no conjunto de gastos é de 48,7% e de 22,6%, respectivamente. Portanto, é preciso se planejar e ter controle para não estourar o orçamento. Contudo, a experiência gastronômica é uma das vivências mais interessantes das viagens. Portanto, não perca a oportunidade de conhecer e degustar pratos locais, mas atenção às condições de higiene do local.
Guia de bolso – Apesar das facilidades de busca na internet, carregue durante toda a viagem um bom guia impresso com o mapa da cidade, além de indicações de passeios, pontos turísticos, restaurantes, estações de metrô, hospitais, endereços e telefones úteis em geral.
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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Dez dicas para não ser um leitor-cobaia nas redes sociais

Dez dicas para no ser um leitor-cobaia nas redes sociais
Dez dicas rápidas para você, leitor de redes sociais, não ser enganado na guerra cotidiana por corações e mentes que esta deflagrada na internet. Porque, em uma guerra, a verdade (se é que ela ainda existe) é sempre a primeira vítima:

1) Olhe sempre a data do texto

Há muita gente que, por inocência ou sacanagem, reposta links antigos como se o fato tivesse acabado de acontecer. Como o momento em que um fato ocorre é importante para a sua compreensão, a impressão que fica é que o problema se repete por incompetência de alguém num eterno Dia da Marmota.

2) Anônimo é coisa do capeta

A chance de uma denúncia anônima e sem a fonte da informação circulando no WhatsApp ser séria é a mesma de um jabuti escalar um poste de luz sozinho. Se recebeu, demonstre nojinho e desconfie.

3) Fora de contexto, sem chance

Quando alguém tenta desacreditar uma ideia, pinça uma frase ou uma imagem fora de seu contexto e a utiliza para construir seu argumento. Como parte das pessoas foi condicionada a agir como gado diante do discurso de quem confia, acaba acreditando no novo significado que o sujeito tentou impor com essa descontextualização. Ou seja, na dúvida, Google nele.

4) Não seja otário, leia

Ler um texto até o final é fundamental. O título, a foto e legendas não são capazes de trazer toda a complexidade de um argumento. Se não tiver tempo para ler, não compartilhe ou curta. Você pode, sem querer, estar difundindo uma peça de racismo ou de violência contra a mulher.

5) Desconfie dos argumentos de autoridade

Não é porque o Papa ou a Bispa Sônia disseram algo que você tem que acreditar. O mesmo vale para o presidente da sua associação de moradores ou o diretor do seu sindicato. Exija confirmação dos fatos ou vá atrás dela.

6) Cuidado com falsa relações de causa e consequência

Um fato que acontece depois do outro não necessariamente foi causado pelo primeiro. O atropelamento de um pônei não é, necessariamente, a causa de uma tempestade. Da mesma forma, a chegada de imigrantes não é necessariamente a causa de desemprego.

7) Não se deixe levar por quem escreve bonito

O texto pode até estar te xingando de uma forma doce e você nem vai perceber se não observar atentamente o significado das palavras que o autor escolheu. Além disso, fique atento: não é porque a pessoa escreve com certeza absoluta no que diz que está certa.

8) Cuidado com os sites fantasmas

Não é porque um site publicou um assunto com uma abordagem com a qual você concorde que ele é honesto ou faz bom jornalismo. Procure um “quem somos'' ou um “expediente'' e veja quem trabalha lá. Se não encontrar, desconfie.

9) A imagem nem sempre vale mil palavras

Até uma criança não alfabetizada é capaz de manipular uma foto com aplicativos online. Então, por que você acredita que uma imagem é uma prova irrefutável de um argumento? Ao mesmo tempo, ao editar um imagem, deixando partes dela de fora, exclui-se desafetos ou cria-se a impressão de multidões onde elas não estavam.

10) Leia coisas com as quais discorda

Não é porque você não concorda com o que um texto bem fundamentado diz que ele não merece ser lido. Considere que o mundo é mais complexo do que você pode imaginar e que a pluralidade de ideias, desde que não desejem a morte de ninguém, ajuda a crescermos como sociedade. O contrário disso se chama ditadura.
Por Camila Vaz 
Fonte: blogosfera


4 cobranças do dia a dia que são ilegais

Embora seja algo que todos os consumidores devem ter na cabeça, os direitos do consumidor normalmente são desconhecidos e, por isso, os consumidores podem acabar sendo prejudicados em algumas situações.
Já comentamos sobre as cobranças indevidas que os bancos e instituições financeiras costumam fazer, mas não são somente eles: segundo o Jurídico Correspondentes, bares e até mesmo escolas também cobram taxas ilegais que, por serem tão comuns, acabam parecendo justas.
Confira algumas delas:

1. Comanda perdida

Bares e baladas comumente cobram multas do consumidor que perde a comanda no local, mesmo sendo algo ilegal. A responsabilidade de controlar o que está sendo consumido não é do cliente, mas sim do próprio estabelecimento. Da mesma maneira, é proibido estabelecer uma consumação mínima nos estabelecimentos– para o Procon, funciona como uma espécie de venda casada, o que é proibido peloCódigo de Defesa do Consumidor.

2. Histórico escolar

Nenhuma instituição de ensino, mesmo particular, tem a permissão de cobrar uma taxa além da mensalidade para emitir históricos escolares ou diplomas. Isso é válido para o ensino fundamental, médio, superior ou técnico.

3. Financiamento de automóveis

Normalmente são cobradas taxas de abertura de crédito, emissão de boleto e liquidação antecipada no momento de financiar um carro, mas essas também são cobranças ilegais. A única possibilidade em que se pode cobrar é no caso do financiamento por leasing, o arrendamento mercantil, por se tratar de uma locação com possibilidade de compra no término do contrato. Ainda assim, só pode ser cobrada se o valor for liquidado antes de 48 meses.

4. Abertura de conta bancária

TAC (Taxa na Abertura de Crédito), TEB (Tarifa de Emissão de Boleto), TEC (Tarifa de Emissão de Carnê) ou TLA (Tarifa de Liquidação Antecipada) são algumas das taxas que não deveriam ser cobradas do consumidor. Também é proibido exigir cobranças para manter uma conta salário, tarifa de manutenção de contas inativas. É dever do banco informar aos usuários que a conta será fechada após seis meses sem movimentação.
Fonte: InfoMoney.
Por Andressa Garcia

Tomar um pé na bunda foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida

Apresentadora da TV Globo

Ano acabando, muita gente revendo tudo, inclusive a carreira.Pessoas que trabalham no que gostam, outras nem tão apaixonadas assim. Mas hoje eu queria falar com quem levou um pé na bunda.
E um pé na bunda de uma empresa dói. Eu já passei por isso.
Quem circula por aqui provavelmente faz network, procura recolocação, mas será que essas pessoas se conhecem de verdade antes de buscar uma outra coisa pra fazer?
Digo isso porque quando fui demitida de uma empresa eu estava num cargo executivo. Era diretora comercial, bem sucedida. Tinha uma série de benefícios, além do excelente salário.
E aí, do dia pra noite, tudo acabou.
Sem crachá era como se eu tivesse perdido a minha identidade. 
Fiquei num limbo, as pessoas não atendiam meus telefonemas, não recebiam meu currículo. Só quem já passou por isso sabe a situação de merda que é ser mandado embora.
Esse ano tivemos um número assustador de pessoas que foram ‘desligadas’ de suas empresas. E para essas pessoas eu digo: pra tudo tem um jeito.
Tentei me recolocar no mercado. Não deu. Tentei empreender. Não deu.
Fiquei naquela situação que a gente bem conhece, de desespero, por um bom tempo. Até que parei prapensar: o que eu sabia fazer? Quais eram meus talentos?
Eu tinha dirigido algumas revistas femininas, então conhecia o público. Era jornalista, sabia fazer conteúdo e vendê-lo comercialmente. Juntei tudo isso num pacote e bati na porta de uma emissora. 
Eles aceitaram. Não tinham nada a perder. Nem eu.
Agarrada à única oportunidade que eu tinha, com remuneração só pra gasolina e gastos básicos, me virei como pude e comecei a pegar gosto pelo que estava fazendo. O resultado daquela experiência seria proporcional ao meu esforço. E deu certo.
Note E Anote se tornou um programa de aproximadas oito horas diárias. Eu fazia conteúdo, roteiro, vendia merchan. E aplicava tudo que eu sabia numa coisa nova.
Então, voltando ao pé na bunda: eu diria que nada poderia ter acontecido de melhor na minha vida.
E se você estiver nesse momento, dá uma olhada ao redor e veja se esse pé não é o impulso que te faltava para te jogar pra frente. De repente, saindo da zona de conforto, você dá um grande passo. E começa a fazer o que tem a sua cara de verdade.
Mas primeiro precisa se conhecer.                                                                                                      
E não ter medo, nem vergonha de arriscar.

13 dicas infalíveis para 2016 caber no bolso

Por 

A virada no calendário costuma ser um momento de esperança. Que tudo se realize, no ano que vai nascer, muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender. A música é clara e anima corações e mentes há décadas.
Desta vez, contudo, podemos até cantá-la, em nome da tradição, mas as previsões são de mais recessão, desemprego, inflação alta e outros problemas similares.
O consumidor deve, portanto, ser ainda mais cauteloso e atento. Errar no orçamento, em um cenário destes, pode nos levar ao superendividamento.
Não sugiro a privação de todos os gostos da vida, mas algumas providências podem ajudar, sem dúvida, a reduzir os buracos nas contas no ano que vai nascer.
  1. Compare preços e condições de pagamento até nas compras de menor valor.
  2. Se usar o automóvel para ir ao trabalho, faculdade etc. dê e use caronas solidárias. Divida os custos e retire alguns carros do trânsito.
  3. Faça um levantamento de todos os seus gastos obrigatórios e tente cortar 10% deles. Em alguns casos, isso será possível com troca de prestador de serviços.
  4. Idas a restaurantes e bares devem ficar para ocasiões especiais.
  5. Economize energia elétrica e água.
  6. Não use o crédito rotativo dos cartões.
  7. Planeje a compra de supermercado em detalhes e cumpra o roteiro.
  8. Quando estiver chateado (a), guarde os cartões em casa e vá caminhar ou correr na esteira do prédio. Consumo não é remédio contra depressão.
  9. Informe-se, previamente, sobre shows, atividades esportivas, passeios e outras diversões públicas e gratuitas.
  10. Fuja dos empréstimos, crediários, pré-datados e outras formas de ampliar os gastos além dos recursos financeiros disponíveis.
  11. Defina suas metas alimentares (peso, saúde, combate ao colesterol, hipertensão) e, a partir daí, planeje um cardápio semanal equilibrado, sem desperdícios.
  12. Use milhagem para adquirir produtos necessários.
  13. Conheça os serviços oferecidos pelo seguro do seu carro (pequenos reparos automotivos e consertos domésticos, como chaveiro, eletricista, encanador).
Pelo menos posso desejar a vocês “saúde para dar e vender”.
O número de dicas não foi proposital. Feliz 2016!