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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Na Suécia, juízes e políticos são "cidadãos comuns"




Você vai conhecer um pouco da justiça da Suécia, um dos países menos corruptos do mundo, onde juízes e políticos são tratados como cidadãos comuns.



http://www.jornalldp.com.br/index.php?pagina=atualidades_noticias&id=2634


Fonte:http://mais.uol.com.br/


terça-feira, 3 de setembro de 2013

EQUÍVOCO, UMA OVA!


            Numa mudança de posição drástica, o jornal O Globo acaba de denunciar seu apoio histórico à Revolução de 1964. Alega, como justificativa para renegar sua posição de décadas, que se tratou de um “equívoco redacional”.
            Dos grandes jornais existentes à época, o único sobrevivente carioca como mídia diária impressa é O Globo. Depositário de artigos que relatam a história da cidade, do país e do mundo por mais de oitenta anos, acaba de lançar um portal na Internet com todas as edições digitalizadas, o que facilita sobremaneira a pesquisa de sua visão da história.
            Pouca gente tinha paciência e tempo para buscar nas coleções das bibliotecas, muitas vezes incompletas, os artigos do passado. Agora, porém, com a facilidade de poder pesquisar em casa ou no trabalho, por meio do portal eletrônico, muitos puderam ler o que foi publicado na década de 60 pelo jornalão, e por certo ficaram surpresos pelo apoio irrestrito e entusiasta que o mesmo prestou à derrubada do governo Goulart e aos governos dos militares. Nisso, aliás, era acompanhado pela grande maioria da população e dos órgãos de imprensa.
Pressionado pelo poder político e econômico do governo, sob a constante ameaça do “controle social da mídia” – no jargão politicamente correto que encobre as diversas tentativas petistas de censurar a imprensa – o periódico sucumbiu e renega, hoje, o que defendeu ardorosamente ontem.
Alega, assim, que sua posição naqueles dias difíceis foi resultado de um equívoco da redação, talvez desorientada pela rapidez dos acontecimentos e pela variedade de versões que corriam sobre a situação do país.
Dupla mentira: em primeiro lugar, o apoio ao Movimento de 64 ocorreu antes, durante e por muito tempo depois da deposição de Jango; em segundo lugar, não se trata de posição equivocada “da redação”, mas de posicionamento político firmemente defendido por seu proprietário, diretor e redator chefe, Roberto Marinho, como comprovam as edições da época; em segundo lugar, não foi, também, como fica insinuado, uma posição passageira revista depois de curto período de engano, pois dez anos depois da revolução, na edição de 31 de março de 1974, em editorial de primeira página, o jornal publica derramados elogios ao Movimento; e em 7 de abril de 1984, vinte anos passados, Roberto Marinho publicou editorial assinado, na primeira página, intitulado “Julgamento da Revolução”, cuja leitura não deixa dúvida sobre a adesão e firme participação do jornal nos acontecimentos de 1964 e nas décadas seguintes.
Declarar agora que se tratou de um “equívoco da redação” é mentira deslavada.
Equívoco, uma ova! Trata-se de revisionismo, adesismo e covardia do último grande jornal carioca.

Nossos pêsames aos leitores.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O que é a pobreza.. Entrevista do Cardeal Bergoglio ( O PAPA FRANCISCO DA ARGENTINA) a um repórter comunista.


TIRO PELA CULATRA
 
Entrevista ou, melhor dizendo, tentativa de fazer o cardeal Bergoglio entrar numa “saia justa”.
 
 
Começa a circular a transcrição de uma entrevista feita com o atual Papa quando ele era o então cardeal Bergoglio, na Argentina.
 
Na realidade foi uma emboscada realizada pelo jornalista Chris Mathews da MSNBC, mas Bergolio encurralou Mathews de tal forma que a entrevista nunca foi ao ar, porque, ao perceber que seu plano havia falhado, Mathews arquivou o vídeo.
 
Porém, um estudante de Notre Dame, que prestava serviços sociais na MSNBC, apoderou-se dele e o deu para seu professor.
 
O destaque da entrevista é a discussão sobre a pobreza.
 
A entrevista começou quando o jornalista, tentando embaraçar o Cardeal, perguntou-lhe o que ele pensava sobre a pobreza no mundo.
 
O cardeal respondeu:
 
" - Primeiro na Europa e agora nas Américas, alguns políticos têm se dedicado a endividar as pessoas, fazendo com que fiquem dependentes.
 
- E para quê? Para aumentar o seu poder. Eles são grandes especialistas em criação de pobreza e isso ninguém questiona. Eu me esforço para lutar contra esta pobreza.
 
- A pobreza tornou-se algo natural e isso é ruim. Minha tarefa é evitar o agravamento de tal condição. As ideologias que produzem a pobreza devem ser denunciadas. A educação é a grande solução para o problema.
 
- Devemos ensinar as pessoas como salvar sua alma, mas ensinar-lhes também a evitar a pobreza e a não permitir que o governo os conduza a esse estado lastimável "
 
Mathews ofendido pergunta: - O senhor culpa o governo?
 
" - Eu culpo os políticos que buscam seus próprios interesses. Você e seus amigos são socialistas. Vocês (socialistas) e suas políticas, são a causa de 70 anos de miséria, e são culpados de levar muitos países à beira do colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das razões para a pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar de sua família, o que é um crime contra a natureza e contra Deus. Esta vossa ideologia cria mais pobres do que todas as empresas que vocês classificam de diabólicas”.
 
Replica Mathews: - Eu nunca tinha ouvido nada parecido de um cardeal.
 
" - As pessoas dominadas pelos socialistas precisam saber não têm que ser pobres"
 
Ataca Mathews: - E a América Latina? O senhor quer negar o progresso conseguido?
 
"O império da dependência foi criado na Venezuela por Hugo Chávez, com falsas promessas e mentindo para que se ajoelhem diante de seu governo. Dando peixe ao povo, sem lhes permitir pescar. Se na América Latina alguém aprende a pescar é punido e seus peixes são confiscados pelos socialistas. A liberdade é castigada.
 
- Você fala de progresso e eu falo de pobreza. Temo pela América Latina. Toda a região está controlada por um bloco de regimes socialistas, como Cuba, Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua. Quem vai salvá-los (a América Latina) dessa tirania?"
 
Acusa Mathews: - O senhor é um capitalista.
 
" - Se pensarmos que o capital é necessário para construir fábricas, escolas, hospitais, igrejas, talvez eu seja capitalista. Você se opõe a este raciocínio?"
 
- Claro que não, mas o senhor não acha que o capital é retirado do povo pelas corporações abusivas?
 
- "Não, eu acho que as pessoas, através de suas escolhas econômicas, devem decidir que parte do seu capital vai para esses projetos. O uso do capital deve ser voluntário. Só quando os políticos se apropriam (confiscam) esse capital para construir obras públicas e para alimentar a burocracia é que surge um problema grave. O capital investido voluntariamente é legítimo, mas o que é investido com base na coerção é ilegítimo ".
 
- “Suas idéias são radicais”, diz o jornalista.
 
- "Não. Há anos Khrushchev advertiu: "Não devemos esperar que os americanos abracem o comunismo, mas podemos ajudar os seus líderes com injeções de socialismo, até que, ao acordar, eles percebam que abraçaram o comunismo". Isto está acontecendo agora mesmo no antigo bastião da liberdade. Como os EUA poderão salvar a América Latina, se eles próprios se tornarem escravos de seu governo? "
 
Mathews diz: - “Eu não consigo digerir (aceitar) tal pensamento”.
 
O cardeal respondeu: - "Você está muito irritado porque a verdade pode ser dolorosa. Vocês (os socialistas) criaram o estado de bem-estar que consiste apenas em atender às necessidades dos pobres, pobres esses que foram criados por vocês mesmos, com a vossa política. O estado interventor retira da sociedade, a sua responsabilidade. Graças ao estado assistencialista, as famílias deixam de cumprir seus deveres para obterem o seu bem-estar, incluindo as igrejas. As pessoas já não praticam mais a caridade e veem os pobres como um problema de governo.
 
- Para a igreja já não há pobres a ajudar, porque foram empobrecidos  permanentemente e agora são propriedade dos políticos. E algo que me irrita profundamente, é o fato dos meios de comunicação observarem o problema sem conseguir analisar o que o causa. O povo empobrece e logo em seguida, vota em quem os afundou na pobreza ".
 
 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Como fugir das piores ciladas na carreira


Por Camila Pati, 

Conscientemente ninguém as busca, mas vira e mexe muitos profissionais se veem em situações que consideram verdadeiras ciladas de carreira. “Muito do que ocorre é por falta de vivência corporativa”, diz a coach Mariella Gallo.

E, segundo ela e o coach Homero Reis, comportamentos e atitudes inadequadas contribuem e muito para que muita gente caia em uma ou mais ciladas durante a vida profissional. Confira quais são, de acordo com os dois especialistas:

1. Confundir inocência e ingenuidade
“Inocente é quem não tem culpa, ingênuo é quem enxerga o mundo como a personagem da literatura Pollyana”, diz Reis citando o clássico da literatura infanto-juvenil de mesmo nome.

Ou seja, considerar apenas as vantagens e o lado bom de tudo, sem ponderar riscos e desvantagens pode leva-lo a cair em ciladas. “Quando você entra em uma relação sem saber que existe um lado negro está se metendo em uma cilada”, diz Reis.

Aceitar uma proposta de trabalho sem verificar desvantagens da movimentação, é um exemplo de uma cilada que decorre deste comportamento ingênuo, por exemplo. Dizer sim a um novo projeto sem verificar as implicações de aceitar esta nova responsabilidade é outra situação que pode acontecer quando só se leva em conta o lado cor-de-rosa .

2. Disponibilidade 24 horas
Estar sempre disponível para qualquer demanda que surja no escritório pode fazer com que você caia em uma armadilha. “Quando estou sempre disponível nunca me torno desejável”, lembra Reis.

Dizer sim sempre que pedem para alongar o expediente, nunca negar a participação em um projeto e acatar todo e qualquer pedido do chefe pode ser perigoso.

“Há pessoas que têm um perfil muito ligado à questão de querer ser incluído, de querer agradar, então acabam fazendo promessas demais e se atrapalham com o excesso, não conseguindo cumprir depois”, diz Mariella. Para ela, a habilidade de dizer não está também intimamente ligada à quantidade de promessas que uma pessoa faz.

3. Deixar de ser para transformar-se em um personagem
Quando a sinceridade e a franqueza desaparecem o cenário torna-se perfeito para que o profissional se veja em meio a uma cilada, e das piores. “Vender -se” como sendo algo que não é só para fisgar o recrutador é um exemplo claro disso.

Além das clássicas mentiras no currículo ou na entrevista de emprego, há também a questão da cultura da empresa. Muitas vezes para conquistar a oportunidade, profissionais optam por dizer que a cultura da empresa vai ao encontro do seu estilo de trabalho quando, na verdade, vai de encontro.

“Quando os valores e a cultura são diferentes, a relação de trabalho fica insustentável”, explica Mariella. Assim, é melhor pensar duas vezes antes de dizer que não tem problema em trabalhar sob pressão se o seu estilo não é compatível.

4. Ao invés de simples, você é simplório

Simplicidade e objetividade são, de fato, palavras de ordem no mundo corporativo. Mas não ser capaz de separar o que é simples do que é simplório pode resultar em problemas. “ Quem dá uma resposta simplória pode ser rápido e objetivo mas não tem ideia de qual vai ser a execução”, diz Reis.

Por exemplo, numa reunião o seu chefe apresenta um problema e você prontamente traz uma solução. “Vamos fazer isso”, diz o gestor animado pedindo para que você detalhe os planos de execução da sua ideia. Em silêncio, você se vê em uma cilada porque não havia pensado na questão prática. “E agora?”, você pensa.

5. Não saber romper sem abandonar
“É parte do desenvolvimento humano romper com estruturas velhas para criar novas mas não pode abandonar tudo”, diz Homero Reis. Quando um profissional cresce na carreira, naturalmente, rompe com seus estágios anteriores não deve abandonar tudo que aprendeu, segundo Homero.

Por exemplo, o fato de ter sido promovido a gerente pressupõe novas responsabilidades e atividades mas o profissional não deve se esquecer de tudo que aprendeu quando era analista, porque isso pode prejudicar a sua gestão e o desenvolvimento da equipe (de analistas).

6. Não saber delegar
O comportamento centralizador pode fazer com que, sobretudo, os chefes caiam em ciladas profissionais. “Muitas vezes, o profissional não delega tarefas e continua executando porque o que o levou ao sucesso foi justamente a sua capacidade técnica”, diz Mariella.

Mas, lembre-se que o desenvolvimento de pessoas é parte essencial do trabalho de gestão e que ao furtar-se de ensinar seus subordinados a realizar determinadas atividades você está caindo em uma armadilha, conforme explica Mariella. “No curto prazo há a questão de ficar com muita demanda, e no médio e longo prazo o problema é que o profissional não forma um sucessor e pode estancar a sua carreira”.

7. Não planejar
A bola nem quicou e você já rebateu. Mas se tivesse dominado a redonda veria um jogador livre na pequena área pronto pra fazer o gol. Faltou planejamento estratégico. A rapidez do toque não permitiu a análise do todo.

Da mesma forma que ocorre dentro de campo, em um jogo de futebol, o planejamento da execução é fundamental. “Ao sentar durante uma hora para fazer o planejamento, você ganha 3 horas, em média de execução”, diz Mariella.

8. Confundir autonomia com autossuficiência
“Enquanto a autossuficiência está ligada à prepotência e à incapacidade de pedir ajudar, a autonomia se cerca da humildade e da habilidade de solicitar auxílio”, diz Reis.

O profissional que se considera autossuficiente não trabalha em equipe já que se considera o dono da verdade e o arauto da eficiência e excelência. “E assim, ele acaba metendo os pés pelas mãos”, destaca Reis.

Conteúdo EXAME

13 atitudes que diferenciam bons líderes de chefes

















Por Luísa Melo, 

Liderança: especialistas dizem que existem práticas que podem ser adotadas para a formação de um bom líder

Ser chefe é fácil: basta mandar e amedrontar quem não estiver alinhado com suas ideias. Todos conhecem intuitivamente a diferença entre um chefe e um líder, desses capazes de pedir que você fique além do expediente para concluir uma tarefa e você... fica, por entender a importância do pedido e por se sentir estimulado a dar sua contribuição para determinado projeto.

É claro que há líderes natos, que sabem por intuição como se portar e como conduzir outras pessoas. Porém, especialistas consultados por EXAME.com dizem que é possível aprender a liderar por meio de práticas desenvolvidas ao longo do tempo. Veja 13 atitudes para se conseguir uma liderança estável:

1 - Ter consciência de que líder também erra

Uma das premissas do mundo dos negócios é que os maiores resultados provêm de grandes riscos. Assim, liderar uma empresa implica necessariamente em arriscar-se, ou seja, lidar com a possibilidade de não dar certo. O gerente do escritório da Michael Page no Rio de Janeiro, Marcelo Ceullar, diz que, para ter uma liderança estável, quem está no comando precisa ter a consciência de que em algum momento vai errar e deve estar pronto para tomar uma atitude quando isso acontecer. “É preciso se jogar no mar e estar disposto a engolir água. Se nadar só na piscina, não aprende a ser líder”.

2 - Ser empático

É consenso entre os especialistas que uma liderança estável depende de quanto o líder conhece as pessoas que ele lidera. E, para isso, ser empático é fundamental. “Ele precisa se colocar no lugar de pessoas que enfrentam o que ele não enfrenta. Não quer dizer que ele terá que concordar com tudo que o outro faz, ou ceder sempre, mas assim ele poderá argumentar”, diz Ceullar.

3 - Ter autoconhecimento

Para saber entender as necessidades do outro, é preciso conhecer bem a si mesmo. “O líder tem que ser consciente do profissional que ele é para poder executar ações que favoreçam a empresa”, diz a professora e coordenadora de gestão de pessoas da Fundação Dom Cabral, Clara Linhares.

4 - Estar atento às expectativas do grupo

“A liderança se caracteriza pela capacidade de superar as expectativas do grupo. Para conseguir isso, é preciso estar atento e saber reconhecer quais são essas expectativas”, diz o coach organizacional Homero Reis.

5 - Traduzir o discurso em atitudes

É o que o coach Homero Reis chama de “autoridade relacional”. Segundo ele, o líder tem por obrigação mostrar com atitudes aquilo que prega.

6 - Partilhar informações

Um time conduzido às cegas não dá resultados. Quanto mais os funcionários de uma empresa souberem o que acontece dentro dela, mais eficientes eles serão. É o que defende Mariella Gallo. “A sensação de exclusividade, de saber tudo, não é interessante para quem lidera. Quanto mais o líder delegar e compartilhar informações, mais respeitado ele será”. 

“As pessoas precisam saber para onde estão indo. O líder tem que compartilhar as informações que embasam suas decisões”, reforça o sócio da consultoria Atingire, Fernando Jucá.

7 - Estar em constante processo de aprendizagem

Líder parado no tempo não é líder. Quem está no comando precisa manter o grupo sempre alimentado de novidades, defende Reis. “É muito importante estar em uma educação continuada, demostrar que está sempre pesquisando, estudando e inovando”.

8 - Não tratar todo mundo igualmente

Um bom líder não é aquele que define uma maneira única de conduzir todas as pessoas. Ele precisa identificar quais são as necessidades de cada um e saber lidar com elas, para fazer a empresa crescer. “Um funcionário profissionalmente imaturo, inseguro, precisa que o líder transmita muita confiança, que o conduza. Já um profissional que é muito confiante no que faz precisa de liberdade”, exemplifica o professor de liderança da Business School São Paulo, Gilberto Guimarães. “Um líder que trata todo mundo igual é injusto”, reforça Ceullar.

9 - Fazer uma boa gestão do tempo

No mundo dos negócios, as mudanças ocorrem muito rapidamente e carregam um grau de informação enorme. De acordo com a coach Mariella Gallo, um líder eficiente precisa saber administrar essas mudanças, filtrar o que é importante e tomar atitudes. 

10 - Saber "definir o futuro"

Não se trata de adivinhação e sim de percepção. Um líder precisa tomar as decisões mais certas possíveis. Para isso, ele tem de estar atento aos sinais que indicam o que pode acontecer no futuro. “É fazer uma leitura do que está acontecendo agora para descobrir quais são as tendências. Se a meteorologia diz que vai haver um inverno rigoroso, significa que vou vender menos sorvete”, exemplifica Gilberto Guimarães.

11 - Ser humilde

Um bom líder reconhece a importância de cada pessoa. “O inverso disso é arrogância. O arrogante não escuta o outro e, por isso, comete muitos erros. Quem é arrogante é chefe, não é líder, porque só cria medo e não respeito, e o medo diminui a produtividade. Pessoas com medo são incapazes”, revela o professor Gilberto Guimarães.

12 - Preparar sucessores

Clara Linhares defende que líder eficiente é o que não tem medo de perder a função e nem as pessoas. “Ele precisa reconhecer na equipe quem poderão ser os seus sucessores. É uma tarefa muito difícil, mas cada vez mais necessária”.

13 - Ter uma “franqueza educada”

Muita gente confunde franqueza com falta de educação. Fernando Jucá defende que uma liderança precisa de “franqueza educada”. “É ir direto ao ponto, mas sem grosserias”.

Fonte: http://exame.abril.com.br/