Mentes que visitam

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

CADA VEZ QUE LEEMOS UN LIBRO...

Según estudios recientes

CADA VEZ QUE LO HACEMOS 
MUERE UN BURRO.
  hacerlo parado fortalece la columna;
boca abajo estimula la circulación de la sangre;
boca arriba es más placentero;
hacerlo solo es rico, pero egoísta;
en grupo puede ser divertido;
en el baño es muy digestivo;
en el auto puede ser peligroso...
Hacerlo con frecuencia
desarrolla la imaginación;
entre dos, enriquece el conocimiento;
de rodillas, resulta doloroso...
En fín,
sobre la mesa o sobre el escritorio,
antes de comer o de sobremesa,
sobre la cama o en la hamaca,
desnudos o vestidos,
sobre el césped o en la alfombra,
con música o en silencio,
entre sábanas o en el closet
hacerlo, siempre es un acto de amor y de enriquecimiento.
   No importa la edad, ni la raza, ni el credo, ni el sexo, ni la posición económica... 
 
... Leer es un placer!!!


DEFINITIVAMENTE, LO MEJOR ES LEER Y DISFRUTAR DE LA IMAGINACIÓN , Y TÚ LO
ACABAS DE EXPERIMENTAR.
 
¡¡ENRIQUECE TU HÁBITO POR LA LECTURA !!
Y RECUERDA QUE CADA VEZ
QUE LEEMOS UN LIBRO,
MUERE UN BURRO.

Dilema!!!

Meu filho, você não merece nada

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada
Eliane Brum
   Divulgação
ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br
Twitter: @brumelianebrum
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com
ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

sábado, 17 de setembro de 2011

e-Marketing Strategies




A próxima geração do e-commerce já começou. Aqui ou lá fora, vendendo qualquer coisa, em qualquer lugar, de qualquer modo, a qualquer hora, e a qualquer preço será a maneira de realizar negócios na Internet.

Sua companhia terá de aprender as regras da estrada e aplicá-las a sua estratégia digital. O livro e-Marketing Strategies irá ajudá-lo a entender como posicionar, fixar o preço e promover a sua companhia junto aos consumidores on-line dentro da natureza de mudança do mundo digital
.
Autor: Frank Fiore
Deep Branding on the Internet: Applying Heat and Pressure Online to Ensure a Lasting Brand

 


Descubra o que realmente importa para fixar a sua marca utilizando a Internet. De atuais negócios da Internet com a mais potente coleção de táticas e novas oportunidades de negócios eles têm conhecimento. Mas a Web, certamente, não é mágica, e ajustar o seu negócio requer que você compreenda exatamente como a Internet se encaixa em todos os elementos da estratégia de crescimento da sua companhia. Neste livro, dois experts revelam seus conhecimentos sobre como fixar e lucrar com marcas na Era da Internet.

Utilizando exemplos de companhias estabelecidas, tanto grandes quanto pequenas, Marc Braunstein e Edward Levine traçam os passos que qualquer negócio de sucesso deve fazer para desenvolver uma estratégia que não supera somente os obstáculos do comércio eletrônico mas, muito importante, reforça a lealdade do cliente.

Em Deep Branding on the Internet, você também vai descobrir como fixar uma marca pode ser o último mecanismo de busca para o seu negócio, por que você pode ignorar usuários on-line e estar focado e, consumidores, por que a Internet tem um pequeno obstáculo para entrar, mas uma grande obstáculo para lucrar, como a Web pode dar mais controle sobre os canais e mercados que estão em crescimento acentuado, e como multi-canais e brandholders podem vencer na Internet todo o tempo.
Autor: Marc Braunstein e Edward Levine
Unleashing the Killer App: Digital Strategies for Market Dominance
 

Você não precisa olhar muito longe para ver que a economia está dirigindo a economia hoje em dia. Assistindo CNBC, abrindo a revista The Economist ou examinando o Wall Street Journal, você vai achar que a tecnologia é a principal força que gera cerscimento em quase todo o tipo de indústria. Em Unleashing the Killer App, os autores Larry Downes e Chunk Mui analisam a dinâmica da mudança tecnológica e o seu potencial para criar killer apps.

Os autores descrevem killer app como um produto ou serviço que conclui desordenadas ofertas mais antigas, destruindo e recriando indútrias, tornando-se bem diferentes do seu atual uso, e transformando em bagunça as complexos relacionamentos entre parceiros de negócios, competidores, consumidores e reguladores do mercado. Exemplos de killer aps em toda a história incluem o Welsh longbow, a polia, a bússula, o tipo móvel, e o Apple Macintosh. E hoje, com nossa altamente tecnológica (por exemplo, com a World Wide Web), killer apps estão aparecendo em todos os lugares.

Downes e Mui argumentam que a marca dominante que está atrás da proliferação de killer apps é uma combinação da Lei de Moore, que declara que o processo de força da CPU dobra a cada 18 meses, e a Lei de Metcalfes, que observa que o valor da rede aumenta dramaticamente com cada ligação que é adicionada a ela. Estas duas leis estão mudando fundamentalmente o modo como os negócios interagem entre si e com seus consumidores. Para explorar estas mudanças, os autores esquematizam 12 pontos para projetar uma estratégia digital para ajudar você a identificar e criar killer apps em sua própria organização. O livro inclui dúzias de exemplos de como os killer apps são descobertos e implementados.

Unleashing the Killer App fornece um excelente esquema para repensar a natureza dos negócios nos dias de hoje. Não importa o tamanho da sua companhia ou o que ela faz – cuidados com a saúde, publicações ou fast food – existe um provável killer app escondendo-se em algum lugar. Este livro vai ajudá-lo a encontrar.
Autor: Larry Downes e Chunk Mui