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terça-feira, 8 de setembro de 2015

7 Aplicativos indispensáveis para concurseiros

Não poupar esforços é uma das características mais marcantes dos concurseiros, e a tecnologia têm sido a principal aliada nos últimos tempos. Se organizar e ter as ferramentas corretas ajuda a começar os estudos de forma muito mais produtiva para concursos.
Existem vários aplicativos gratuitos que auxiliam na organização dos estudos e disponibilizam atividades e estatísticas de desempenho. Os Apps são uma boa alternativa para candidatos que passam muito tempo no trânsito ou em salas de espera e querem aproveitar esse tempo ‘ocioso’ para estudar.
Selecionei 7 aplicativos essenciais para um bom concurseiro, veja quais são:
7 Aplicativos indispensveis para concurseiros
1 – Dropbox: Ideal para armazenar arquivos de provas, questões comentadas, resumos em pdf e editais sintetizados. Os dados são todos armazenados na nuvem, com segurança e é acessível de qualquer dispositivo conectado à internet. Disponível para iOS, Android e Windows Phone.
2 – Aprovado: Ajuda a organizar seu conteúdo com planilhas e gerenciamento de horas de estudo, e você sabe exatamente quanto tempo está estudando por dia. Com esse app, também é possível analisar gráficos e relatórios detalhados de acordo com a evolução do estudo. Disponível para iOS e Android.
3 – Vade Mecum: Andar com um Vade Mecum jurídico debaixo do braço pela rua não é uma situação agradável, falo por experiência própria dos tempos da faculdade (meu Vade Mecum pesava 4kg). Hoje isso não é mais problema, você pode consultar a legislação facilmente pelo celular e ainda habilitar os recursos de ‘ditado’ para ouvir a leitura pelo fone de ouvidos;). Disponível para iOS e Android.
4 – iBooks: Além de ler livros e baixar sínteses jurídicas, o iBooks inclui a iBook Store, que é uma loja virtual onde você pode transferir os seus livros favoritos. Ainda tem a opçã ode adicionar marcadores ou notas aos trechos mais importantes. Você pode também sincronizar os seus arquivos em PDF. Disponível para iOS.
5 – Informativos Jurídicos: Aqui na verdade são três apps (Informativos STF, STJ e TST) para ficar em dia com as decisões judiciais mais importantes do Superiores Tribunais. O aplicativo traz sínteses e marcações ao conteúdo original dos informativos. Disponível para iOS.
6 – Quiz Cespe / FCC: Aqui são dois aplicativos que contém questões de concursos das referidas bancas com todos os itens comentados por especialistas e aprovados em concursos com atualizações semanais. Disponível para iOS.
7 – Português Pro – Como o próprio nome sugere, este app é voltado para o estudo da língua portuguesa. São mais de 3 mil questões divididas por assuntos como ortografia e semântica, figuras de linguagem dentre outros. Você pode criar seus simulados por tema, número de questões e tipo de resposta (múltipla escolha ou certo e errado). Disponível para Android.
Aproveite esses recursos para otimizar seus estudos e melhorar o seu planejamento estratégico na sua preparação. Se você quer potencializar suas chances de aprovação, minha sugestão é baixar o ebook gratuito do ex-Defensor Público Gerson Aragão. Este livro contém as técnicas e estratégias que fizeram ele ser aprovado em vários concursos. Aproveite que é grátis, e grátis vale até injeção na testa! =)

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Relator é aplaudido ao definir família pela união entre homem e mulher

O Deputado Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta, 2, seu relatório no qual estabelece como conceito básico de família "a união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos".

Relator aplaudido ao definir famlia pela unio entre homem e mulher
O relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa o Estatuto da Família, deputado Diego Garcia (PHS-PR), apresentou nesta quarta, 2, seu relatório no qual estabelece como conceito básico de família "a união de um homem e de uma mulher, por meio de casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos". Exclui-se, portanto, o conceito de que uma família possa ser formada por pais homossexuais.
Segundo Garcia, o texto está "alinhado aos preceitos constitucionais e valores morais e éticos de nossa sociedade, com o fim de garantir direitos e o desenvolvimento de políticas públicas para a valorização da família". O documento também cria os "Conselhos da Família", que serão órgãos responsáveis pela execução de políticas públicas referentes aos direitos da família. Após a leitura do texto, o relator foi aplaudido na comissão, formada majoritariamente por parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica.
O relatório diz que "nem toda associação humana é base da sociedade e nem toda relação fará jus à especial proteção, ainda que toda comunidade, se não contrária ao bem comum ou à lei, deva ser respeitada e faça jus à tutela geral do Estado".
No texto, ele defende a competência do Legislativo para legislar sobre o assunto. "Trata-se de competência do Congresso Nacional regulamentar, para maior eficácia, a especial proteção constitucionalmente garantida à família. O estatuto vem para colocar a família, base da sociedade, credora de especial proteção, no plano das políticas públicas de modo sistemático e organizado, como até então não se fizera. Nada impede que os cidadãos, mediante seus representantes políticos, advoguem pela inclusão de novos benefícios a outras categorias de relacionamento, mediante argumentos que possam harmonizar-se à razão pública", afirma o relator.
O deputado até chega a abordar as uniões homoafetivas, mas desvinculando-as do conceito de família. Para tanto, ele cria uma nova denominação, batizada de "parceria vital", que seria o "enlace entre duas pessoas". Essa parceria não constituiria uma família e não teria conexão com a procriação. Serviria apenas para garantir direitos previdenciários.
Para ele, porém, o texto não reforça a homofobia. "O projeto de lei não exclui ninguém, ele valoriza a família, base da sociedade, e cria algo inovador, porque, desde 1988, o Congresso Nacional vinha se calando, se omitindo a respeito da família. E hoje estamos dando um grande avanço com essa discussão", disse.
A proposta é de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE) e tramita na Casa desde 2013. Neste ano, porém, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), decidiu criar uma comissão especial para tratar do assunto, o que, na prática, faz acelerar sua tramitação.
Após a apresentação, a deputada Erika Kokay (PT-DF) classificou seu teor como "homofóbico". "O parecer é uma construção de profunda homofobia, de falta de sensibilidade. É uma tentativa desesperada do segmento fundamentalista de construir uma peça para se contrapor ao Supremo Tribunal Federal", afirmou a deputada. Ela se referia à decisão do STF que em maio de 2011 reconheceu a constitucionalidade da união homoafetiva.
Como foi aberto prazo regimental de cinco sessões para a apresentação de emendas, a petista disse que pode apresentar um voto em separado ou tentar levar o tema para o plenário da Câmara, e não da comissão especial, decidir. "É um retrocesso e talvez nem seja passível de ser emendado. Vamos utilizar todos os instrumentos legislativos possíveis para que possamos impedir a institucionalização da homofobia através deste projeto e o retrocesso em direitos de vários segmentos da sociedade", declarou.
Segundo ela, o texto é um absurdo. "Não dá para menosprezar o absurdo. Muitas vezes, o absurdo é tão nítido, é tão concreto, que a tendência é que você possa menosprezá-lo. Não dá para menosprezar o absurdo porque o absurdo, tem razão Nelson Rodrigues, está literalmente perdendo a modéstia. Este parecer é uma prova inconteste disso."
Por Camila Vaz
 Fonte: UOL

O aprendizado é uma maratona, e não uma corrida de velocidade

Como em uma maratona, o aprendizado verdadeiro requer um longo período. 

E, se você queimar toda a sua energia no começo, não vai conseguir chegar ao final.

Quem me disse isso foi um Juiz Federal quando eu perguntei a ele que dica ou conselho ele poderia me dar sobre estudo para concurso público (na época, eu estagiava no Juizado Especial Federal).
[Artigo originalmente publicado no blog Adblogando.]
O aprendizado uma maratona e no uma corrida de velocidade
Como em uma maratona, o aprendizado verdadeiro requer um longo período. E, se você queimar toda a sua energia no começo, não vai conseguir chegar ao final. Então não estude feito louco na primeira semana! Você deve equilibrar suas atividades, marcar o passo, não esquecer de respirar...
Ao estabelecer a sua rotina de estudos, deixe um tempinho para cuidar de você mesmo. Não deixe a sua saúde física e mental em segundo plano. Por exemplo: tirar meia horinha por dia para fazer um exercício físico leve vai fazer tão bem que vai compensar essa meia hora a menos de estudo: sua mente vai render mais.
Estude constantemente e em quantidades moderadas. Sempre aprenda a matéria anterior para então seguir para a próxima. Não deixe acumular! Estude conforme o tema for sendo ensinado.
Isso também serve para quem está cursando faculdade (ou, até mesmo, a escola). Não deixe para estudar tudo de última hora. Você NÃO vai aprender de verdade e, o pouco que aprender, vai esquecer logo depois. E, quando você precisar disso mais para frente, não vai lembrar.
“Ah, DUVIDO que você nunca tenha feito isso”. Claro que já fiz, por isso que eu sei que não resolve. É normal deixar boa parte do estudo para o momento perto da prova. O que você não pode é querer APRENDER tudo antes da prova. Este momento é para revisão, é para pegar o que você já sabe e fixar no cérebro.
Então é isso: tenha consciência de que seu corpo precisa se recuperar, dê esse tempo a ele, mas não use isso de desculpa para ficar folgado! Estabeleça uma rotina séria de estudos, divida bem seu tempo e, o mais importante, estude sempre!
E, para quem está estudando para concurso público, convido a baixar gratuitamente o ebook elaborado pelo ex-Defensor Público Gerson Aragão, que ensina como estudar de forma estratégica para Concursos Públicos. Nele, o autor ensina algumas técnicas inusitadas de estudo que eu considerei muito interessantes.
ATENÇÃO: a republicação deste artigo só é permitida se mantidos TODOS os links originais.
Especialista em Direito Previdenciári

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Dica de estudos: entenda a importância do café da manhã

Estudos e café da manhã: a refeição mais importante

Você tem o hábito de pular da cama logo cedo e já começar seus afazeres, sem tomar café da manhã (ou tomando somente um cafezinho preto)? Sabia que isso, além de não ser saudável, atrapalha o rendimento do cérebro?
[Artigo originalmente publicado no blog Adblogando].
Um bom café da manhã é fundamental para qualquer pessoa. Mas, quando se trata de atividades intelectuais, ele é ainda mais importante. Explico:
1) Quando dormimos, ficamos em jejum e nosso corpo consome a glicose que temos armazenada no fígado e nos músculos (armazenamos glicose nesses órgãos na forma de gliconênio). Assim, quando acordamos, nosso nível de glicose disponível está baixo.
2) Nosso cérebro consome exclusivamente glicose para seu funcionamento.
Dica de estudos entenda a importncia do caf da manh
Se não repomos este nutriente pela manhã, o corpo vai precisar metabolizar proteína(ou seja, músculos) para obter a glicose necessária. E não, a sua reserva de gordura da barriguinha não vai servir para isso, pois os animais não conseguem transformar gordura em glicose. Nós conseguimos transformar glicose em gordura, mas não o contrário (já as plantas, conseguem). Em animais, a gordura é transformada em outro tipo de molécula que fornece energia (os corpos cetônicos), mas não glicose.
E o processo de transformar proteína em glicose é bem mais demorado para o corpo do que simplesmente usar a glicose, que já é um combustível pronto para ser usado. Por isso, o desempenho mental cai.
Assim, meu conselho para quem está estudando (qualquer que seja o seu objetivo) é:tome um bom café da manhã! De preferência com cereais integrais, alimentos ricos neste nutriente e que são absorvidos mais lentamente, evitando picos de glicose e mantendo a saciedade por mais tempo.
Outro conselho, este para quem presta concursos públicos, é clicar no link a seguir e baixar gratuitamente o ebook elaborado pelo ex-Defensor Público Gerson Aragão, que ensina como estudar de forma estratégica para Concursos Públicos.
Se você gostou deste artigo e quer mais dicas de estudo minhas, deixe um comentário abaixo, por favor. Também já escrevi um artigo com dicas de estudo para o Exame da OAB: Como passei na OAB – 3 dicas pessoais para passar no Exame de Ordem! (e uma dica bônus).
FONTE: sei disso tudo porque sou formada em Ciências Biológicas e tive a matéria de fisiologia neste curso. Também encontrei essas informações aqui: A Glicose no Organismo; Falta de carboidratos afeta funcionamento do cérebro.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A curtida perdeu a inocência


O Houaiss define internet como “rede de computadores dispersos por todo o planeta que trocam dados e mensagens utilizando um protocolo comum, unindo usuários particulares, entidades de pesquisa, órgãos culturais, institutos militares, bibliotecas e empresas de toda envergadura”.
Os usuários particulares: muito rapidamente bilhões de pessoas transferiram vasto tempo de suas vidas para a internet, sobretudo para as redes sociais. Nesse universo, comunicam-se com mais velocidade, interagindo para conhecimento, lazer, profissionalmente, afetivamente e, diria, também maleficamente.
A natureza quase gratuita da maioria dos conteúdos internéticos proporciona inclusão digital e social sem precedentes, tornando-se um lugar de formação pessoal muito atrativo. Na net, em se sabendo buscar, encontra-se. Aprende-se o que se desejar, seja o mais comezinho, seja o mais erudito.
As redes possibilitam que se formem e unam grupos por coincidência de interesses, facilitam formar movimentos sociais, permitem denunciar abusos e até pressionar governos. São um espaço libertário. Creio que no futuro, quando se nomear a época em que vivemos, a ela se denominará era da internet.
Porém, há os malefícios. Quem quer agir maleficamente, consegue fazê-lo com grande facilidade. Com a abertura característica da internet surgiram abusos de toda ordem, gerando efeitos legais vários, sejam os decorrentes de responsabilidade civil, sejam os próprios da ordem criminal.
Muitos sites permitem quaisquer postagens e por usuários anônimos. Se por um lado as postagens anônimas permitem livres críticas e denúncias de atos ilícitos ou violentos em face de qualquer poder, por outro a devastação de dignidades causada pelo anonimato irresponsável ou criminoso pode tornar-se irreparável.
Lamentavelmente, o Direito teve que se intrometer nessa importante conquista social. O controle das publicações e a responsabilização quando ocorrem danos precisam ser estabelecidos pela ordem jurídica, seja de natureza positiva ou negativa, ensejando condutas de dar ou fazer, ou de não fazer, respectivamente.
Recentemente, foram criadas duas leis cujo objetivo principal é punir as condutas socialmente reprováveis e relacionadas ao crime informático: a Lei nº 12.735/2012 e a nº 12.737/2012. A doutrina e a jurisprudência também têm sido utilizadas para preencher eventuais lacunas legais.
Foi publicada também a Lei nº 12.965/2014 (Marco Civil da Internet), norma amplamente discutida pela Sociedade, sem que se alcançasse uma maioria tranquila sobre suas qualidades. Essa Lei determina a neutralidade da rede e mantém previsões sobre guarda de dados e registros de conexão dos usuários.
Sobre nossos tribunais, vale saber: foi aplicada a responsabilidade objetiva prevista no Código do Consumidor para condenar um canal de televisão por declarações ao vivo de um entrevistado (REsp 331.182) e para responsabilizar um portal de internet por comentários ofensivos postados em uma notícia (REsp 1.352.053).
Porém, quando a postagem está inserida em rede social, as decisões judiciais têm sido pela impossibilidade de seu controle, isentando os sites por eventuais conteúdos ofensivos. As redes cuidam, por sua vez, de atender a moral média, exigindo do usuário a exclusão de imagens e de vídeos de nudez ou sexo.
Um sentença trabalhista recente gerou polêmica na internet. Ela teria atingido a garantia constitucional de opinião. Houve reconhecimento de justa causa na demissão de empregado que curtiu e comentou uma postagem na qual se falava mal de um dos sócios da empresa em que trabalhava.
Quem a ataca a vê desproporcional, no tanto em que resta caracterizada uma censura à liberdade de expressão. Seus defensores entendem que o curtir e comentar o texto foi apor concordância, caracterizando ato lesivo à honra e à boa fama do empregador. Doravante, cuidado com a liberdade de curtir, ela pode ensejar processo.
Por Léo Rosa 
Em coautoria com Débora Spagnol